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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Call Of Duty - Ghost (Xbox 360)

Putz... Houve um falatório enorme sobre esse jogo na época. Pois iria envolver Extraterrestres e por sair fora da história do personagem central da séria.

Mas vamos lá... o jogo não tem extraterrestres e sim a história foco em um novo personagem central.

Diferente de outros jogos da Infinity Ward, Call of Duty: Ghosts traz novos personagens e um enredo completamente novo. A história gira em torno do esquadrão Ghosts, uma espécie de grupo especializado.

Como protagonistas do game, Logan e Hesh são irmão que acabam se juntando no esquadrão e devem cumprir as mais arriscadas missões. Nada mais clichê. Entretanto, algumas coisas se desenrolam de uma maneira bem artificial, como a forma com que os irmãos ingressam no esquadrão, ou algumas reviravoltas nada impressionantes ou imprevisíveis.

O jogo não é ruim e garante alguma diversão... eu disse alguma, pois a série já não causa tampo clamor. Alias esse gênero já esta batido... Você começa a jogar e sabe que além de linear o jogo vai acabar em 12 fases que facilmente e com paciência em 3h tudo se vai. E vai acabar sobrando somente o modo on line. Que também garante diversão até o próximo capítulo ser lançado.

As missões te levam do espaço ao fundo do mar... você luta com o mundo todo para salvar o planeta. As cenas de destruição são impressionantes e lembra o filme 2012.

Um gênero batido, mas um produto entregue com qualidade.

Avaliação Xbox 360: 8.0
Empresa: Activision
Estilo: First-Person Shooter
Lançamento: 05/11/2013
Gameplay:

Edu #10050G

Tom Clancy's Ghost Recon - Future Soldier (Xbox 360)

Situado em um futuro próximo, “Ghost Recon: Future Soldier” mostra a história de um grupo de soldados que foram treinados para usar o que há de mais avançado em tecnologia militar.

Agora é a hora de colocar essa parafernália tecnológica em uso e o alvo é um grupo extremista russo que abre suas asas na América Latina.

Cara, puta jogaço. Se fosse tratado como deveria e levado a sério. Ok, ok... o jogo é em terceira pessoa e séria insólito comprar com CoD ou Battlefield. Mas sabe quando você percebe que o jogo tem potencial??? Esse é o jogo.

Apesar da história batida, o jogo é demais... Passa a sensação de realismo demais. A ação é do início ao fim sem parar.

Ai vem os pontos negativos... O jogo parece que foi feito as pressas. O acabamento é porco, os gráficos são mau terminados a ponto de você ver os frames do jogo. As paisagem do jogo também também são fracas. Apesar que umas das telas no início do jogo quando surge uma tempestade de areia... impressiona demais.

O modo online é outro ponto forte do jogo por fugir das mesmice... lembra muito Gears Of Wars por ser também em terceira pessoa. Horas de diversão garantidas. 

Em fim, um jogo ótimo mas que talvez foi desacreditado pela equipe de produção. Mas que se tiver continuação, vai chegar para revolucionar esse nicho que FPS já batido a um bom tempo.

Avaliação Xbox 360: 9.0
Empresa: Ubisoft
Estilo: Third-Person Shooter
Lançamento: 22/05/2012
Gameplay:

Edu #10050G

Medal Of Honor - Warfighter (Xbox 360)

A campanha solo de "Warfighter" tenta se diferenciar de todos os jogos de tiro contemporâneos ao apresentar os homens por trás das fardas do Tier 1 - mais especificamente Preacher, um dos soldados que você controla no game. As missões de "Medal of Honor" são pontuadas por uma trama paralela, que envolve o casamento problemático de Preacher e o convívio familiar complicado dos soldados de elite, suas esposas e filhos.

A história também mostra, nas entrelinhas, como esses soldados acabam levando uma vida parecida com os terroristas que combatem, atuando em células infiltradas em locais distantes, disfarçados como habitantes locais. Esses grupos são liderados por um agente isolado, que passa apenas a informação e as ordens necessárias para cada célula operar.

Talvez a semelhança entre os soldados e seus inimigos seja o que torne essa visão mais próxima da "guerra ao terror" tão interessante e isso diferencia, de forma positiva, "Medal of Honor: Warfighter" de outros jogos de tiro militares. A produtora Danger Close até tenta mostrar um pouco do "outro lado", com um tutorial em um acampamento terrorista que parece ter a intenção de chocar a audiência - mas nem de longe se compara ao famigerado aeroporto de "Modern Warfare 2".

Entre os 3 jogos de tiros (FPS) que joguei nos últimos dias, esse é o mais bem acabado tanto de roteiro quanto de qualidade gráfica. E também foi o que deu mais prazer em jogar. Entre os 3, esse também é o mais curto... ponto negativo. Mas o ponto positivo é que é o mais tenso... a história envolve... as missões no meio do oriente médio e você infiltrado são tensas. Andar nas ruas e não saber o que encontrar na próxima quadra te deixa angustiado.

Avaliação Xbox 360: 9.5
Empresa: Electronic Arts
Estilo: First-Person Shooter
Lançamento: 23/10/2012
Gameplay:

Edu #10050G

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

The Evil Within: esperado jogo de terror ganha data de lançamento

The Evil Within, jogo de terror do criador da série Resident Evil, Shinji Mikami, finalmente recebeu uma data de lançamento para o dia 26 de agosto. O título será publicado pela Bethesda Softworks e terá versões tanto para o Xbox 360 e PlayStation 3 quanto no Xbox One, PlayStation 4 e PC.


O jogo teve também sua capa revelada para as cinco plataformas onde será lançado, exibindo o protagonista Sebastian Castellanos tendo seu olho quase perfurado por uma estaca formada pelas letras do título. A imagem representa o tipo de tensão que esperamos encontrar no novo jogo de Mikami.

A história segue o detetive Castellanos e seus companheiros policiais conforme eles são chamados para atender uma cena de um violento homicídio coletivo em uma mansão, algo que trará lembranças aos fãs de Resident Evil. Ao chegarem no local eles são surpreendidos por forças sobrenaturais e apenas Sebastian escapa com vida.

Em uma atmosfera sombria e munido de poucos itens a sua disposição, o jogador precisará encontrar uma forma de lutar contra esses monstros e fugir de sua prisão. O título promete resgatar as raízes do gênero Survival Horror, trazendo toda a ansiedade de ter que racionar itens e poder cruzar com o desconhecido a qualquer momento.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

South Park: The Stick of Truth mistura elementos de RPG clássico e humor

Finalmente, South Park: The Stick of Truth está completo. Depois de mais de quatro anos, dois cancelamentos, uma falência, três passagens de mãos e inúmeros atrasos, o lendário está completo, e ontém foi a chance do TechTudo testá-lo em primeira mão. Experimentamos uma build para PC, já no estado completo, por mais de uma hora, e ficamos impressionados com o resultado final – por todos os percalços, South Park: The Stick of Truth é um produto de amor pela série original de TV que o inspirou. Confira:


Dá para notar o envolvimento direto dos criadores da série, Trey Parker e Matt Stone, pois a fidelidade é extrema, com o jogo cheio de referências a muitos episódios da franquia. Desde o primeiro momento, o game tenta fazer seu melhor para se mostrar um RPG sério, com customização de avatar cheia de detalhes e uma história prévia cheia de mistérios sobre a nova criança (o jogador), deixada voluntariamente na ignorância de algum trauma antigo.

A trama é apenas um pretexto para diversão: há um Bastão da Verdade na vizinhança, e as crianças que o controlarem, “controlarão o universo”. Assim, elas se dividem em facções de elfos, humanos e outras raças para tentar obter o pauzinho, numa espécie de "Capture a Bandeira" do bairro. O faz de conta é compartilhado por todos os personagens infantis.

A exploração do mapa, depois da cena inicial, mistura de forma impecável a estética do seriado às necessidades do jogador: não há elementos de interface na tela, a não ser quando estritamente necessários, fazendo com que estes momentos pareçam, de fato, parte de algum episódio de South Park. A animação dos personagens e a escolha de cores é a mesma. O mesmo pode ser dito sobre a dublagem dos personagens e sobre as cenas não-interativas, que foram dubladas e dirigidas exatamente da mesma forma que na série. De verdade, um recorte bem feito do jogo daria um Machinima pronto para a TV.


A equipe da Obsidian Entertainment fez a lição de casa quanto ao uso de bons elementos de outros jogos, também: a exploração das casas traz uma ambientação visual e sonora que muito lembra o “Esqueceram de Mim” para Super NES, com navegação lateral, muitas portas levando para novos ambientes 2D e bastante bagunça para interagir. As batalhas misturam comandos por turno com minijogos de precisão que fazem muita diferença, dependendo da habilidade do jogador, de uma forma ainda mais elaborada que em “Paper Mario”. A riqueza de objeto para interagir espalhados pelo jogo, muitas vezes por nenhum motivo além de uma risada gratuita, lembra em muito os antigos jogos no estilo point-and-click ao estilo “Criatura Crunch”. Há muita vida nessa South Park, e uma das missões é “Encontrar Jesus”, uma espécie de esconde-esconde divino que exige que o jogador saia clicando por aí.

Humor negro

Há um motivo para o jogo ser indicado apenas para pessoas maiores de 18 anos. A esse rol de homenagens, a Obsidian juntou o tradicional humor negro característico de South Park, conjurando uma mistura perfeita de seriedade na jogabilidade com irreverência no enredo. Por mais complexo que o jogo se apresente (cada personagem tem skill trees com 5 habilidades com 5 níveis diferentes, inventários com uma dúzia de slots, milhares de recompensas recheando cada segredo do jogo, benefícios de companheiro customizáveis, itens coletáveis, até mesmo um metajogo de coletar “Chinpokomons”), ele nunca deixa de imprimir sua marca mal-educada sobre a experiência geral.

É possível perceber isso já na escolha de classes, separadas entre mago, gatuno, guerreiro e “o Judeu”, que o jogo põe como um faz-tudo (e nunca deixa de tirar sarro, com habilidades como o “Judai-Kwon-Do” e constantes comentários preconceituosos). Outros elementos que apontam para isso são as status de batalha, que têm entre eles “pu**” e “com nojo”, e a trilha sonora belíssima, com estética medieval requintada (uma baita ironia, considerando que o jogo deixa claro o aspecto de brincadeira da coisa toda a cada instante). As músicas com canto lírico de Cartman são as melhores, nesse sentido. Tudo isso é costurado com muita naturalidade a um enredo que é tão nonsense quanto qualquer episódio da série, que promete envolver aliens, comentários políticos bizarros e muitas coisas nojentas com a turma mais boca-suja da TV.

A versão brasileira

Parabéns precisam ser dados, e com uma salva de palmas, ao time de localização para o Brasil. O trabalho de legendagem e tradução de interfaces do jogo para o português nacional tem qualidade poucas vezes vista por aqui, com uma flexibilidade de estilo impressionante. A linguagem original do jogo mistura de forma cômica o inglês medieval com as limitações infantis e muitos xingamentos, e os tradutores preservaram todos esses elementos. Houve até algumas apropriações de piada que ficaram melhor em português do que em inglês. Caso, por exemplo, dos dejetos humanos usados para deixar os inimigos “com nojo”, em português traduzido poeticamente.

A tradução sofre bastante com a fala extremamente rápida dos personagens, exatamente como acontece na TV, e muitas vezes algum texto se perde nas interações mais intensas. Apesar de isso não ser responsabilidade do time de localização, é algo que realmente incomoda. O mesmo pode ser dito das mensagens tutoriais espalhadas ao longo do jogo, que ocupam um espaço gigantesco da tela. Mas, são defeitos que não comprometem a experiência do jogo.


A estratégia de mercado da Ubisoft para o Brasil, como ela já fez anteriormente com Assassin’s Creed IV: Black Flag e Rayman Legends, tem duas armas principais: de um lado, eles pretendem colocar a tradução para português do Brasil em uma versão exclusiva, vendida apenas aqui para forçar o público a comprar em lojas nacionais; do outro, irão sacrificar a margem de lucro, que se tornou ainda mais fina com a recente alto do dólar, para manter o jogo a R$ 150, mesmo no lançamento. Nos EUA, o jogo sairá no dia 4 de março, mas no Brasil essa data fica para o dia 15. Ele sairá apenas para Xbox 360, PC e PS3. Nenhuma plataforma next-gen ou da Nintendo serão contempladas.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Gears Of Wars - Judgement (Xbox 360) - Voltar a Guerra!

Dois anos após o último jogo, chega esse spin-off para nos satisfazer antes da nova gerção de consoles e provavelmente uma nova franquia desse série genial.

Os eventos desse jogo se passa antes do primeiro Gears, os primeiros dias da invazão dos Locust no planeta Sera.

Os produtores foram corajosos em deixar Marcus Fênix e Dom de fora desse jogo. Afinal eles são os protagonistas da série. Aqui o jogo foca em Baird e Cole e seu jugamento na corte marcial.

A história se passa no jugamento da equipe de Baird e cada evento do jogo é um depoimento de cada membro.

A jogabilidade foi um pouco alterada, mas nada que comprometa o jogo. A IA foi melhorada e os inimigos estão mais perigosos. Montam emboscadas e querem sua morte a qualquer preço. O visual do jogo é fantástico. Como mostra a cidade antes da destruição, os cenários são bem iluminados e as paisagens são fenômenais. Lógico que você só consegue apreciar quando não está sendo atacado por uma orda de inimigos.

E para completar o jogo é totalmente dublado em português. Uma ótima dublagem, por sinal. E isso te faz ficar mais ainda grudado no jogo até o final.

E ainda tem uma surpresa reservada para o final... Assim que terminar o jogo, o modo Aftermatch é liberado. Apesar de curto ele serve de extenção para eventos secundários da série. É muito legal a idéias, mas pena que é curto.

Jogue e mate a saudade de matar um inimigo com a Lancer e sua serra.

Avaliação: 9.0
Empresa: People Can Fly
Estilo: Third-Person Shooter
Lançamento: 19/03/2013
Gameplay:
Edu #8895G

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Dead Space - 3 (Xbox 360) - First Impressions


Uma palavra resume esse jogo: ANIMAL!

Não joguei os dois primeiros capítulos, mas terei que jogar. Até mesmo para seguir a história completa.

Dos 15 minutos que joguei, fiquei impressionadíssimo.

Agora além de mostrar o rosto do personagem Isaac Clarke, ele anda por um planeta que ainda não sei o nome. E tem muita companhia por la. Inclusive durante as partidas você tem um parceiro de ação.

A primeira fase que começa a apresentar o personagem novamente é de arrepiar. Você tem que ir até uma nave que caiu no meio da neve. As imagens impressionam da nave congelando a armadura do personagem. Após isso ao entrar na nave e ver a destruição e os monstros que tem que matar, a agonia e o clima claustrofóbico toma conta da cena.

Ver os passageiros mortos e pendurados na cena também contribui muito para essas sensações.

Após isso a nave começa a cair em cima do personagem e você tem que escapar deslizando montanha abaixo. E isso é apenas o começo da fase. Arrumarei tempo para jogar o primeiro, segundo e terceiro jogo. Como a primeira impressão é a que fica, esse jogo vai ser um dos melhores de 2013.

Obs.: Esse jogo tem a classificação indicativa de 18 anos.


Avaliação: 8.0
Empresa: Visceral Games
Estilo: Action
Lançamento: 05/02/2013
Gameplay:


Edu #8550G

FIFA 13 (PS3) x PES 2013 (Xbox 360)

Voltamos a ativa!!!
Depois de algum tempo sem escrever, mas nunca sem jogar... voltamos com tudo!

Vamos ao que interessa e a disputa que vem tirando nosso sono a gerações e em várias galáxias: Quem é melhor? FIFA13 ou PES 2013?

Por jogar sempre o FIFA 13 tive a oportunidade de comprá-lo no dia do lançamento, então venho jogando mais ele tanto com os amigos no trabalho, na nossa hora de lazer como em casa PSN com meu amigão e várias outras pessoas no modo Temporada.

O PES 2013 adquiri nesse fim de semana e confesso que senti algo bom ao jogá-lo.

O FIFA 13 teve algumas mudanças significativas no modo de jogo, mas isso poderia ser feito via atualização. Entendo também o lado da produção de jogo, pois é difícil mexer em algo que é tão próximo da realidade. Mas mesmo assim se tentarem ainda podem melhorar e chegar ao ponto da perfeição.

Menus totalmente novos e as vezes confusos. Exemplo, para quem jogava a temporada no FIFA 12 era pela opção "Head to Head". Nesse essa opção não existe mais. Você tem que ir no "FIFA Interactive CUP". Não seria nada demais se alguém te explicasse para que serve essa opção. Pois ela recupera as suas marcas do FIFA 12, tipo eu parei na divisão 3, e ele recuperou. Só que joguei 3 jogos por essa opção e ele não registrou minhas vitórias. ?!? Oras????

Após isso você descobre que tem uma opção no menu principal chamado "Temporada". La sim, além de recuperar suas informações do jogo passado ele registra seus jogos atuais. Então para que serve o outro, não seria melhor tirá-lo??? Sei que você pode estar pensando "ele esta procurando pelo em ovo". Mas para quem joga sempre como nós, atingimos um estágio de "olhar crítico".

A narração em português é outra novidade com Tiago Laifer e Caio Ribeiro. Novidade que agrada até o quinto jogo. Ótimas piadinhas, divertido e ponto. No quinto jogo você ja esta xingando pois a narração tem vários bugs. Tem muitos pontos em que a narração some, fica em silêncio. Em outras o zagueiro tira a bola no sufoco e a narração diz que a marcação se adiantou. Em outras a jogada de ataque é muito rápida e o goleiro defende e já sai com a bola. A bola no meio de campo e a narração ainda dizendo que foi boa defesa. Em outras ele chama o jogador Ashley Cole de Joe Cole. ?!? Enfim, prefira a narração em Inglês é muito mais completa e dinâmica.

Outra coisa que melhoraram ou não (kkkk) foi o modo de jogo. No FIFA 12 você abusava dos cruzamentos e chutes colocados. No FIFA 13 isso sumiu!!!! Você tem que reaprender a dominar a bola, a fazer cruzamentos e a dominar os chutes colocados. O jogo te obriga a prestar atenção no jogo "em seu todo", pois seus jogadores se desmarcam e você podo abusar dos lançamentos. Enfim o jogo te obriga a pensar e usar os lançamentos, a ganhar as divididas com o corpo, a fazer jogadas mais trabalhadas e também a usar os chutes de fora da área.

O PES 2013 teve uma melhora significativa. A jogabilidade melhorou bastante. A narração fica novamente a cargo de Silvio Luiz e Mauro Beting, que diga-se de passagem é muito melhor que a do FIFA13.

As características dos jogadores estão mais perfeitas, assim como os estádios e a imagem em si do jogo. Além do que, o PES 2013 é o único que tem as licenças da Libertadores, UEFA Europa League e a Champion League. E isso é muito bacana.

Mas mesmo com todas essas melhorias, o jogo ainda é muito mecânico e fácil. Para tomar a bola é simples, para lançar é simples. Qualquer lançamento você acerta. Os jogadores não cansam. Nisso o PES 2013 precisa melhorar e muito. Tem que sair da posição confortável de "jogo" e tentar mudar para "simulador" como o FIFA.

Em resumo: PES 2013 melhorou demais, mas o FIFA13 ainda continuar no reinado dos jogos de futebol.

Avaliação FIFA 13: 10
Empresa: EA Sports
Estilo: Sports
Lançamento: 25/09/2012
Gameplay:


Avaliação PS3: 7.0
Empresa: Konami
Estilo: Sports
Lançamento: 25/09/2012
Gameplay:

Edu #8550G

domingo, 27 de maio de 2012

Battlefield - 3 (Xbox 360) - A Guerra Em Alta Definição

Um dos jogos mais aguardados, pois nós jogadores queriamos saber se desbancaria Call Of Duty - Modern Warfare - 3. Em partes sim, mas o jogo peca num quesito que foi muito bem feito. Isso mesmo o jogo peca em uma "qualidade".

De cara achei o jogo mais curto que sua versão anterior e mais difícil também. Quase. Mas vou falar disso mais pra frente.

O jogo começa com um fugitivo escapando (ou não) pelo metro de New York, que mais tarde descobrimos se tratar do U.S. Marine "Blackburne". O jogo se passa durante o interrogatório dele sobre suas missões e em busca de respostas sobre um terrorista que vai explodir uma bomba radioativa em New York e outra Paris.

E as missões de Blackburne cruzam com esse terrorista e descobrimos também em que determinado momento para salvar seu pais ele se vê tendo que atirar no próprio companheiro.

Até ai tudo perfeito, enredo perfeito e jogabilidade idem. Só que é ai que vem a "qualidade problema". O jogo vem em dois discos e um deles você instala no HD do Xbox para obter uma qualidade HD. As imagens do jogo são impressionantes, de uma qualidade que jamais tinha visto em outro jogo. E isso num jogo de guerra significa imagens reais demais. Tirando alguns "legs" o que é normal.

E ai, cadê o problema? Esse é o problema. As qualidades das imagens são tão impressionantes que em duas ou três telas os inimigos se camuflam e você não consegue de jeito algum saber onde eles estão. E em uma tela simples, você acaba morrendo várias vezes sem saber de onde vem os tiros.

E novamente como na versão anterior a última tela você passa com uma mão nas costas e com a outra coçando a barba. Mas isso não desmerece esse jogo e nem tira ele do status de ser comparado com CoD.

Avaliação Xbox 360: 8,5
Empresa: EA Dice
Estilo: Action
Lançamento: 25/10/2011
Gameplay:
Edu #7085G

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Splinter Cell - Conviction (Xbox 360) - My Name Is Fisher... Sam Fisher.

Que tal virar um agente secreto que mistura James Bond, Chuck Norris, Jason Bourne, John McClane e Metal Gear juntos?

Então bem vindo a Splinter Cell - Conviction...

Aqui você assume o papel de Sam Fisher, um agente especial que "não esta mais na folha de pagamento" da sua agência. Sam investiga a morte de sua filha em um acidente de carro anos atrás. Logo ele descobre que não foi um acidente e segue em busca do assassino e suas buscas o levam a descobrir ligações da sua agência com escândalos e corrupções.

Não posso dizer que o jogo é grande, mas sim demorado. Cada fazer te leva a pensar antes de dar um passo. Te leva a planejar sua ação e usar o elemento surpresa para ir eliminando seus inimigos um a um. Lembra muito Metal Gear.

Esse jogo impressiona muito pela qualidade da história, gráficos, som, enfim tudo. Você se envolve no enredo e a cada descoberta que vai te levando a um fim apoteótico em nada menos dentro da "Casa Branca". Coisa pouca de enfrentar.

Além do elemento surpresa para eliminar seu inimigos, você pode escalar janelas e jogá-los para baixo, luta corpo a corpo, barulhos para distraí-los e armas, muitas armas. Ah, quase ia esquecendo de duas coisas que talvez posso interessar: primeiro interrogatório. Coisa simples, consiste apenas em você comandar um "espancamento" para conseguir as informações necessárias. Justo, muito justo!

Segundo: marcar e executar. Você "marca" seus inimigos quando existe vários para matar e com a câmera lenta e um tiro, Sam Fisher acerta os mais próximos e já fica em posição para atirar nos outros. Muito útil para as horas de sufoco.

Não queira ver Sam Fisher nervoso, pois ele não erra um tiro....

Avaliação Xbox 360: 10
Empresa: Ubisoft
Estilo: Action
Lançamento: 13/04/2010
Gameplay:
Edu #6965G

domingo, 1 de abril de 2012

Homefront (Xbox 360) - É Guerra!

Eis aqui um clone até que descente do Call Of Duty.

A história se passa no ano de 2027 quando a força norte-coreana invadem os Estados Unidos e colocam o país em estado de caos muito parecido com o nazismo. E você faz parte de um grupo rebelde que luta contra as forças de ocupação  na tentativa de impedir o avanço do caos.

Tem cenas fortes no começo do jogo, como assassinato a sangre frio e muita violência.... mas sem isso acredito que a história não faria sentido até mesmo pelo caos que se instala no país.

Não tem muito o que dizer do jogo... ele é um "primo pobre" de Call Of Duty e Battlefield só que bem mais curto.

Um porto forte do jogo é a batalha final na ponte de São Francisco e o ponto fraco é a qualidade gráfica do jogo.

Enfim, jogue sem compromisso e se divirta...

Avaliação Xbox 360: 6.0
Empresa: THQ
Estilo: Action
Lançamento: 15/03/2011
Gameplay:


Edu #6965G

domingo, 26 de fevereiro de 2012

DeathSmiles (Xbox 360) - Um Arcade na Sua Casa...

Joguinho que lembra muito os jogos dos antigos fliperamas.

Não tem muito o que analisar esse jogo. É bem simples, não tem gráficos excelentes, pelo contrário é bem arcaico mesmo... E tela do jogo é igual aos antigos jogos: da esquerda para a direita.

Lembra muito os joguinhos de aviões tipo Sonic Wings. Só que aqui você controla uma das quatro bruxinhas desse mundo surreal.

Em questão de 30 minutos no máximo você termina o "modo arcade", se quiser e tiver paciência existem outros modos que pode ocupar o seu tempo e deixar este jogo mais longo.

Mas acredito que após 40 minutos de jogo, você achara esse jogo um tanto cansativo e repetitivo. Por isso fique com o modo arcade para que a nota desse jogo não se torne baixa.

Avaliação Xbox 360: 7.0
Empresa: Aksys Games
Estilo: Action
Lançamento: 29/06/2010
Gameplay:


Edu #6780G

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

UFC 2009 & 2010 - Undisputed (Xbox 360) - Vai Encarar ou Vai Correr?


Um octógono, Anderson Silva, Quinton Rampage Jackson, Rashad Evans ou Maurício "Shogun" Rua la dentro, de repente o octógono fecha e soa o gongo... é melhor você começar a correr ou pensar onde quer ser enterrado...

Graças a Deus para experimentarmos essa sensação de lutar no UFC não precisamos entrar no Ring com um desses caras... ufa! Podemos utilizar esses jogos...

O UFC 2009 foi impressionantemente real, inovador e sanguinário. Lutadores da oficiais da categoria do UFC, lutas dinâmicas, finalizações difíceis de "encaixar", Bruce Buffer apresentador oficial do UFC, UFC Girls (o-b-a) e sangue, mas muito sangue derramado no octógono.

A jogabilidade não é tão fácil, chega ao ponto dos dedos doerem durante as partidas... Mas nada que não se possa acostumar após 30 min. de jogo. Existem também vários modos de jogos e disputa.

O UFC 2010 veio e conseguiu fazer o impossível: melhorar o jogo.

A jogabilidade melhorou consideravelmente, os gráficos idem, atualizaram a lista de lutadores, os juízes (inclusive com o brasileiro Mário Yamasaki), finalizações menos difíceis de encaixar e sangue, muito mais sangue e realismo nas lutas.

Diversão garantida por horas e horas...

E quando você ouvir "Ladies and Gentlemen..." não precisa sair correndo, basta pegar seu controle, fazer "cara de mau" e partir para a luta...

Que venha o novo UFC!!!

Avaliação Xbox 360 - UFC 2009: 9.0
Avaliação Xbox 360 - UFC 2010: 10
Empresa: THQ
Estilo: Action
Lançamento - UFC 2009: 19/05/2009
Lançamento - UFC 2010: 25/05/2010
Gameplay - UFC 2009:



Gameplay - UFC 2010:


Abertura do UFC 2010:


Edu #6780G

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Gears Of Wars - 3 (Xbox 360) - De Volta a Fórmula Certa.

O terceiro jogo da série e o mais aguardado. Pois com ele vem a conclusão de uma história épica.

Depois do fiasco do segundo capítulo que foi muito fraco, os produtores resolveram resgatar os pontos principais do primeiro capítulo, como dificuldade, jogabilidade e história.

Nesse capítulo vemos Marcus Fênix em busca de seu pai, pois ele descobre que ele ainda esta vivo e em poder da Rainha dos inimigos.

Durante a história temos momentos de muita emoção durante a perda de um dos personagens principais. Temos também uma novidade a introdução de três novas personagens femininas Samantha, Byrne e Anya Stroud. Essa última que só ouvíamos a voz dela guiando e ajudando Marcus, dessa vez ela sai a campo para ajudar.

A história é tão grande quanto o primeiro capítulo. E brilhantemente finaliza com chave de ouro essa série de jogos que encantou tanto pela dificuldade quanto pela narração e a história bem acabada.

Mas, como sabemos que tudo que faz sucesso nunca acaba... logo, logo vão dar um jeito de Marcus Fênix voltar a ativa. E estamos aguardando ansiosos por esse dia... Copiado, desligando!

Avaliação Xbox 360: 9.0
Empresa: Epic Games
Estilo: Action
Lançamento: 20/09/2011
Gameplay:


Edu #6780G

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Blur (PS3 & Xbox 360) - Você Conhece o Mario? Mario Kart?


Você concerteza já deve ter ouvido falar e até jogado Mario Kart, correto?

Agora que tal substituir o Mario, seus amiguinhos "fofos" e seus karts por carros de verdade?

É exatamente o que Blur faz. Pega Audi, Alfa Romeo, Ford entre outras marcas famosas e coloca você em uma corrida alucinante e com "certos poderes" para ganhar as corridas.

Para o Xbox 360 finalizei abrindo todas as pistas. As corridas são alucinantes, os desafios idem e as pistas bem trabalhadas e desenhadas.

No PS3 jogo apenas on line. As corridas são muito mais alucinates e difíceis.

Em qualquer das plataformas esse jogo é diversão garantida por horas e horas.

Avaliação PS3: 9.0
Avaliação Xbox 360: 9.0
Empresa: ActiVision
Estilo: Driving
Lançamento: 25/05/2010
Gameplay:

Edu #6780G

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

FIFA 12 (PS3 & Xbox 360) - Muito Treinamento Resolve...

Seria "chover no molhado" dizer que este FIFA 12 é ótimo. E quem sabe, "mais do mesmo"?

O que nesse caso é ótimo. Pois mais uma vez a EA Sports, conseguiu o impossível: melhorar o FIFA da versão anterior.

Diferente do PES, tanto as versões do PS3 e Xbox 360 são iguais.

Novidades dessa versão: o sistema de marcação está totalmente diferente. Quem esta acostumado (como eu) a marcar com o "Correr + Passe", vai sentir muita dificuldade nessa versão. O sistema de choque entre os jogadores também é outra novidade. O jogo está mais dinâmico, os passes mais precisos e os lançamentos idem.

Apesar de preferir a versão 11, nada que um treino e sequências de jogos contra meu amigo Boka não resolva. Estou esperando você me desafiar...

Avaliação PS3: 9.5
Avaliação Xbox 360: 9.5
Empresa: EA Sports
Estilo: Sports
Lançamento: 27/09/2011
Gameplay:

Edu #6780G

PES 2011 (PS3 & Xbox 360) - Vamos á Campo!


Essa versão é melhor que a 2012. Mas mesmo assim é muito aquém do FIFA 11. E isso que pesa contra o PES, após jogar o FIFA você fica com a impressão que falta alguma coisa nesse jogo.

Mesmo assim a versão do PS3 é muito superior a versão do Xbox 360.

E isso fica nítido principalmente quando você busca jogadores para comprar e vender no "mercado" da Master League. O Xbox360 tem muito, mas muito menos jogadores do que no PS3.

A nota se deve a comparação com o FIFA, mas mesmo assim o jogo é diversão garantida. E a Konami conseguiu consertar as falhas da edição anterior.

Escolha seu time e vamos para o campo!!!

Já, já estarei on line...

Avaliação PS3: 8.0
Avaliação Xbox 360: 7.0
Empresa: Konami
Estilo: Sports
Lançamento: 19/10/2010
Gameplay:

Edu #6780G

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Just Cause 2 - XBOX 360

Bom, após meses longe do blog (vários os motivos) eu encontrei um tempinho para escrever....O jogo é o Just Cause 2. Ele estava na minha estante a um tempão, por diversas vezes pensei em começar a jogar mas fui postergando até que enfim comecei a jogar.

No inicio achei meio estranho, porem com um pouco mais de 1 hora de jogo percebi que seria um ótimo jogo.

O jogo parece um GTA mais legal e que se passa em uma ilha.

Vamos lá, os gráficos são bons, quando você está andando de avião da para ter noção da qualidade, montanhas bem feitas e rico em detalhes. De perto os gráficos também são bons porém não chama tanta atenção.

A jogabilidade é boa, somente boa, muitas vezes você tem de refazer a missão por deficiência da mecânica de jogo porém nada que desanime (as vezes da raiva).

O jogo tem alguns bugs, nada muito serio. Exemplos que tive é que em uma determinada missão eu tinha que destruir uma unidade de extração petrolífera e o jogo não entendi que eu já tinha destruído. Tentei diversas vezes não teve jeito, tive que sair da missão, fazer outras e por fim voltar e ai o jogo entendeu.
Outro bug que tive foi quando estava dirigindo um carro em uma ponte e bati, capotei algumas vezes e alguns segundo antes do carro cair no mar eu pulei, o personagem ficou sentado meio no ar meio na beirada da ponte e não saia, tive de reiniciar o jogo. As vezes a câmera da uns bug também mas esse é bem minoritário quase não atrapalha e nada.

A trilha sonora é razoável. Por que razoável? Eu joguei e quase nunca percebi ela, não é algo esplendoroso que te chame a atenção, as vezes fiquei tenso, mas não tenho certeza se foi motivado pela trilha.

Uma das melhores coisas no jogo é que você pode dirigir qualquer coisa...sim..qualquer coisa, carro, caminhão, avião, barco..e da para destruir quase tudo. Isso me deu uma sensação de liberdade e vontade de tocar o terro na ilha toda.

Alias o jogo se passa em uma Ilha - Panau e por incrível que pareça, a ilha é grande. Para se locomover de uma missão para outra você pode ir de carro, avião, barco, helicóptero...ou apenas chamar "o mercado negro" e pedir uma extração para o ponto que deseja. O ponto ruim da extração é que ele não te leva para qualquer lugar do mapa, precisa ser um aeroporto, cidade ou algo assim.

Os combates são bons (as vezes você tem que lutar contra um exercito), você tem a opção de 3 armas que são selecionadas pelo direcional e dois tipos de granada (a simples e aquela que cola na parede e depois você explode), também temos o braço/gancho mecânico que pode ser usado para pegar e puxar o inimigo, isso é muito útil quando tem um Sniper lá no alto, basta mirar e puxar ele.

O braço/gancho mecânico também te outras utilidades, a mais importante creio que seja a possibilidade de grudar em carros e qualquer tipo de transporte. Você mira, atira e ele te puxa para cima do veiculo ai basta apertas o "Y" e você entra, quando o veiculo é da policia é necessário após apertas o "Y" apertas uma sequencia de botão que aparece na tela. Outra função é grudar as coisas, é possível por exemplo mirar em uma estatua e depois no carro e pronto, eles estão amarrados, basta pegar o carro e sair com ele e (se o carro for forte) a estatua cai.

O jogo tem suas missões que dão a continuidade no jogo, porém também existe "missões" secundarias que são como uma corrida. Por exemplo as de carro, você precisa pegar o carro e passar por uma quantidade de anéis na rua em um determinado tempo, cada desafio desse é diferente e tem uma quantidade de anéis que você precisa passar e a dificuldade. Existem diversos desafios desses espalhados pelo mapa.

As missões são diversificadas, as vezes você só precisa dirigir um caminhão com suprimentos para suas bases aliadas de um ponto ao outro e outras vezes você precisa invadir um quartel e encarar um exercito.

Você ganha um tipo de "chaos" quando você destrói a base dos inimigos, isso inclui depósitos de gasolina, torre, geradores..etc..é possível fazer isso com um helicóptero ou a pé com granadas.

Bom eu terminei o jogo com/em média:
1800 mortes;
150 mortes de soldados de elite;
80 mortes de soldados atropelados;
186 cidades descobertas;
30 horas de jogo e apenas 38% do jogo concluído.

Sim, o jogo é enorme, existe cerca de 380 localidades para serem descobertas e em cada uma delas existem diversos itens que é necessário descobrir.

Bom.. se você tiver o jogo parado como eu e a disposição de jogar por mais de 30 horas eu aconselho.

Nota 8.5

<< Junior >>

sábado, 23 de abril de 2011

Batman - Arkham Asylum (Xbox 360) - Robin? Que Robin?

Não sei o que me assusta mais... se é o fato do novo jogo (Arkham City) ser maior ou melhor que esse. Se ele for maior o tanto quanto dizem, não sei quanto tempo vamos demorar para terminá-lo. Se ele for melhor, não teremos nota para classificá-lo. =)

Esse jogo é simplesmente fan-tás-ti-co demais!

Ele consegue juntar Tim Burton, O Cavaleiro das Trevas e toda a essência sombria do Batman em um único jogo.

A história é simples e objetiva. Batman leva o Coringa preso para o Arkham e chegando lá descobre que tudo estava planejado para o nosso "sorridente" vilão dominar o sanatório e fazer uma "festa" com seus "ilustres" hóspedes.

Simples não? Sim. Só que é ai que entra o universo de uns dos melhores e mais interessantes herói existentes.

Ao explorar o sanatório, você enfrenta alguns inimigos: O enigmático Espantalho (muito bem detalhado e uns dos mais assustadores ao lado do Coringa), os lunáticos Bane e Crocodilo, as belas Arlequina e Hera Venenosa e por fim o fascinante Coringa.

E de contra-peso recebe ajuda do Comissário Jim Gordon e sua filha Bárbara.

O cenário é grande, em alguns momentos há a necessidade de um roteiro para passar em determinados pontos (me lembra a dificuldade do Resident Evil 2), as cenas em que o Espantalho deixa o Batman dopado são as melhores, visitar a Batcaverna é demais e utilizar o batcinto e seus utilitários mais ainda. E isso que nem deu tempo de eu mencionar que "sentar a porrada" nos bandidos é sensacional...

Jogo obrigatório para qualquer gamemaníaco!

Avaliação Xbox 360: 10
Empresa: Eidos Interactive
Estilo: Action
Lançamento: 25/08/2009
Gameplay:


Edu #5470G

Dante's Inferno (Xbox 360) - Uma Viagem Pro Além...

\o/ Após 2 semanas estressantes no trabalho... enfim um tempo para descansar. E isso significa: jogar, year!!! E também escrever no blog... coisa não faço a algum tempo.

Bora para os finalmentes!

Após alguns meses esquecido no meu HD do Xbox, resolvi tomar vergonha na cara e terminar Dante's Inferno. Não que o jogo seja ruim, longe disso... Foi apenas desatenção master!

Enfim, voltei a jogar a advinha quanto tempo demorei para finalizar esse jogo "esquecido"? 15 min. contados no relógio. =(

O jogo nos apresenta a história do cavaleiro Dante's que desce ao inferno em busca de sua amada. Mais especificamente nos 9 círculos do inferno. E lá descobre que sua alma também precisa ser salva, muito mais do que ele imaginava.

Apesar de todo mundo compará-lo a God Of Wars, esse jogo tem personalidade própria. As imagens e as riquezas de detalhes são impressionantes... E choca muitas vezes... Se você tem coração fraco, não faça essa viagem. Agora se quiser curtir um ótimo jogo, com uma história emocionante e com um dos melhores finais de jogos que já assisti, corra e comece agora mesmo!

Avaliação Xbox 360: 7,5
Empresa: Eletronic Arts
Estilo: Action
Lançamento: 09/02/2010
Gameplay:


Edu #5470G